quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Cristãos vão evangelizar muçulmanos durante feriado de Ação de Graças

Projeto incentiva cristãos para convidar seus vizinhos para comer uma pizza e tomar um café
Cristãos vão evangelizar muçulmanos durante feriado de Ação de Graças Para muitos muçulmanos, todo conhecimento sobre o cristianismos foi adquirido na televisão. Eles nunca estiveram dentro de um lar cristão para ver como as famílias cristãs vivem e para saber o que eles realmente acreditam. O feriado de Ação de Graças é uma oportunidade para que os muçulmanos possam conhecê-los.

Para Fouad Masri, do projeto Crescent o feriado é uma boa oportunidade de abrir as casas para os vizinhos. "Jesus disse: ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo’. E esta é uma ótima semana para convidar as pessoas para comer uma pizza, tomar um café ou chá".

Os muçulmanos são, geralmente, abertos para ler o Novo Testamento e aprender sobre os ensinamentos bíblicos. Eles estão com fome da verdade espiritual, muitas vezes, eles conhecem a verdade. "Muitos muçulmanos já estão lendo a Bíblia".

Segundo Fouad Masri, o Alcorão incentiva a leitura do Novo Testamento. Dar um Novo Testamento como presente é uma ótima maneira de estender a mão aos muçulmanos.

O Projeto Crescent oferece recursos e treinamento para ajudá-los a se preparar para construir relacionamentos e compartilhar o evangelho com os muçulmanos. Em 2011, o projeto oferecerá dois desafios intensivos. O primeiro será Sahara na Europa em fevereiro, e o segundo em Chicago (EUA) em junho de 2011.

"Quando se trata de construir pontes com os nossos vizinhos, construindo pontes com pessoas de diferentes credos, não podemos perder tempo. É por isso que projetamos uma semana de treinamento intensivo, onde as pessoas podem estudar e aprender sobre a Palavra de Deus".

Fouad Masri conta que um homem se tornou cristão após se mudar para outro país. "Ele decidiu visitar uma igreja pela primeira vez, ficou admirado com a atitude simpática dos cristãos e logo se convertei. Ele viu os ensinamentos de Cristo e o amor dos crentes", conclui.

sábado, 13 de novembro de 2010

O Espiritismo e as seitas afro-brasileiras

O Espiritismo e as seitas afro-brasileiras
            O que desejamos aclarar na oportunidade é que o leitor atento saberá fazer a distinção entre Espiritismo e as demais religiões e seitas, comparando-as através das suas definições, sabendo-se que “Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo material”.(1). Particularmente dizemos que Espiritismo é uma Ciência- Filosofia-Religião que trata da natureza, origem e destinação dos Espíritos bem como de suas relações com o mundo material.”
            Apoiamo-nos no livro “Africanismo e Espiritismo”, 1949, Edições “Mundo Espírita”, de Deolindo Amorim, saudoso e respeitado escritor espírita, que aceitou, em defesa da Doutrina Espírita, no preâmbulo de Lippmann Tesch de Oliver, o conceito de Allan Kardec contido na Revue Spirite, de 1865, página 181, “...A doutrina não é ambígua em nenhuma de suas partes; é clara, precisa, categórica nas suas menores particularidades; somente à ignorância e a má fé é que podem equivocar-se a respeito do que ela aprova e condena. É, pois, o dever de todos os espíritas sinceros e dedicados repudiar e condenar francamente, em seu nome, toda a casta de abusos que poderiam comprometê-la, a fim de não ser responsabilizado pelos mesmos, porque  transigir com os abusos seria acumpliciar-se com eles e fornecer armas aos nossos adversários” (realçamos).
            Como não desejamos acumpliciar-nos com os que confundem Espiritismo com Africanismo, ou seitas afro-católicas-brasileiras (2), resolvemos escrever este artigo. Nosso intuito é simplesmente aclarar as mentes ainda ensombradas pela ignorância e que, por isto mesmo, não sabem distinguir Espiritismo e Africanismo.
            Devemos deixar bem claro, a bem da verdade, que nada temos em contrário a estas seitas afro-brasileiras com temperos católicos, nem ao catolicismo, pois que aprendemos, ao adentrarmos os umbrais do Espiritismo, a respeitar todas as religiões, mas não a concordar com o que elas propagam, principalmente quando se mostram contrárias ao bom senso, à razão.
            Compete-nos, no entanto, coerente com a pureza e legitimidade do Espiritismo, externar nosso desagrado pelo fato de ainda hoje, século XXI, se confundir Espiritismo com as seitas afro-católicas-brasileiras. São diferentes do Espiritismo, como veremos.
            Pessoas ignorantes e levianas queriam levar ao ridículo o Espiritismo, isto porque logo perceberam que Ele iria obstaculizar a marcha religiosa orgulhosa, pretensiosa, dogmática por elas empreendida. Se nada o Espiritismo contivesse de verdadeiro, com ele não se preocupariam. Todavia, incomoda, e muito, os outros que se amedrontam diante de sua realidade cristalina; temendo seu avanço.
            Quiseram jogar no ridículo e descrédito a nossa filosofia que exerceria, como exerce e exercerá, preponderante influência no aprimoramento moral e intelectual desta sofrida humanidade. Chegaram ao cúmulo de taxar os espiritistas na seção de Tóxicos e Mistificações da Polícia Central, hoje Polícia Federal. Espíritas de inequívoco valor eram fichados em promiscuidade e nivelados, por igual, na ignomínia e no menosprezo dos  infelizes criminosos.
            Mas será que não se pode distinguir o Espiritismo das seitas afro-brasileiras? Pode-se. Basta que se consulte e se estude a obra espírita, começando-se pelos livros básicos: “O Livro dos Espíritos”, “O Livro dos Médiuns”, “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, “O Céu e o Inferno” e “A Gênese”. Dá trabalho, é verdade, pois apresenta um total de 2.200 páginas, aproximadamente. No entanto, sem estudo e desejo de aprender, as pessoas desavisadas vão continuar insatisfeitas, deslocadas dentro do panorama religioso, refocilando nas camadas sombrias do baixo psiquismo.
            Interessou e ainda interessa, e muito, sem razão plausível, aos católicos e evangélicos, ex-protestantes, a persistência em misturar, para confundir os mais pobres de conhecimentos religiosos, Espiritismo com essas seitas. Querem, por este meio, ganhar mais seguidores, porque a maior quantidade de adeptos dá mais lucro aos seus cofres sempre abarrotados pelo dízimo e outras imposições financeiras. Esta a realidade.
            Ignorantemente, o raciocínio deles é assim: onde há manifestações de espírito, há espiritismo; logo, as práticas fetichistas da  umbanda, são também práticas espíritas, porque são feitas nelas evocações dos espíritos.
            Acontece, e os acusadores do Espiritismo ignoram, que a Umbanda chegou ao Brasil e generalizou-se, principalmente na Bahia, muito antes do advento do Espiritismo que se deu em 1857 (século XIX). O Africanismo, surgido com a chegada dos escravos vindos da África, data, portanto, de época muito recuada, 1530/1540 (século XVI). Uma diferença de 300 anos.
            Se a mediunidade fosse elemento primordial a definir as religiões, Espiritismo, Catolicismo  e Africanismo seriam uma só e mesma religião, tendo em vista que os fenômenos mediúnicos se encontram nelas, freqüentemente, ou seja, desde suas origens mais remotas. Não são poucos os padres, bispos e pastores com mediunidade, pois que esta é inerente ao ser humano, como se encontra em “O Livro dos Médiuns”, cap. XIV,  item 159.
            De comum, entre Espiritismo e as seitas afro-católicas-brasileiras, existe o transe mediúnico, assim mesmo sob formas absolutamente diferentes, isto porque os espíritos desencarnados se manifestam em todo e qualquer lugar, desde que haja sintonia mental, ou, como queiram, afinidades morais, sociais, religiosas, culturais, científicas, artísticas, desportistas....
            Precisa ficar bem claro que qualquer experiência mediúnica não é prática espírita, ainda mais quando realizada empiricamente. Confunde-se espiritualismo com Espiritismo. Destarte, todo espírita é espiritualista, mas nem todo espiritualista é espírita. Será que isto é difícil de entender? O espiritualista crê na vida do espírito, em Deus e nas penas e gozos futuros, mas o espírita, além da crença e vivência destes princípios, vai mais além, pelo fato de estudar, refletir muito e abordar, sem descanso, os fenômenos espirituais através de uma ótica científica, ética, filosófica e religiosa. Aliás, em recente senso do IBGE (estamos em 2006), os espíritas foram considerados os religiosos que mais lêem.
            Mediunidade não é síntese de religião nenhuma, mas, sim, um elemento que atende as necessidades religiosas e científicas, segundo o caso.
            Enquanto o Africanismo adota ritual organizado, de conformidade com tradições seculares, fundadas na crença irreal em divindades peculiares a seu culto, por este motivo são seitas, o Espiritismo é avesso à rituais, não tem forma de culto, ou seja, adoração ou homenagem à divindade. Exemplo: culto à Santíssima Trindade, à Iemanjá, a este ou àquele caboclo, orixá...
            Afirmam os historiadores que os negros chegaram ao Brasil, vindos da África, entre 1530 e 1540. O Brasil, é bom lembrar aos desavisados, foi descoberto em 1500. Vinham aprisionados ou comprados aos diferentes chefes de tribos, capitães de barcos negreiros, cujo torvo comércio terminou em 1850. Aliás, foi a Inglaterra que mais explorou o tráfico de africanos, cabendo-lhe, no entanto, a mais brilhante campanha contra este nefando comércio, segundo Veiga Cabral em “Compêndio de História do Brasil”. Os britânicos passaram, inclusive, a policiar os mares para evitar o tráfego negro feito pelos navios brasileiros.
            Foi a Lei do Ventre Livre (1871) e a dos sexagenários (1885) que, definitivamente, prepararam o caminho para a extinção total da escravatura, em 13 de maio de 1888, quando se apagou tão vergonhosa mancha existente na nossa sociedade.
            O africano trouxe, como não poderia deixar de acontecer, porque todo povo, toda raça crê em Deus, cada um a seu modo, os elementos de sua cultura. Deu-se a mesclagem cultural e religiosa. Com o passar do tempo a cultura negra começou a desfigurar-se pela perseguição que lhe foi movida pelo catolicismo. Fundiram-se, pois, três tipos diferentes na formação do Brasil: europeu, africano e aborígine. Defender pureza racial no Brasil é perda de tempo, e isto, em nosso entendimento espírita, já é um detalhe precioso para que mais tarde, exatamente no século XIX, chegasse aqui o Espiritismo com seus princípios igualitários e leis equânimes.
            A mestiçagem etnológica teve repercussão psíquica inevitável na vida religiosa brasileira, não sendo exato afirmar-se que o povo brasileiro é essencialmente católico. Ele (povo) não tende para a unidade, mas para o sincretismo formado por um pouco de Africanismo, Catolicismo e também Espiritismo, este  porém deturpado pelo misticismo popular e pelo interesse em abafá-lo nutrido pelas religiões dogmáticas e fanatizadas. Mais tarde, como afirma o “O Livro dos Espíritos”, pergunta 798, teremos o Espiritismo com seus princípios e leis adotados, formando uma só crença. Não estaria, também, nesse fato, o dedo da Espiritualidade Superior preparando o Brasil para acolher o Espiritismo? Cremos que sim. Ela, Espiritualidade Superior, vê lá na frente, enquanto os olhares tipicamente humanos são pobres na visão desses futuros acontecimentos.
            Hoje, como ontem, a umbanda da Bahia, como as macumbas do Rio, se tornaram uma mistura de elementos tomados ao Catolicismo, copiando rituais, roupas, defumadores, santos, fazem-se promessas, oferendas e cultuam-se anjos... As seitas afro-brasileiras se aproximam muito mais do Catolicismo, do que do Espiritismo, porque sofreu-lhe a influência quando aqui implantou-se.
Vejam se não há semelhanças. N. S. do Rosário sempre foi uma confraria de negros. Era a padroeira da Monarquia do Congo, nação que entre as demais, como por  exemplo Angola, Regalo, Moçambique, gozava de certa ascendência. A macumba no Rio de Janeiro, o xangô na Bahia e o catimbó em Pernambuco são remanescentes das antigas mesquitas africanas. O culto de S. Jorge, principalmente no Rio de Janeiro, é um misto de catolicismo e as seitas afro-católicas-brasileiras assim como o dia de Cosme e Damião. Segue-se: S. Jorge é Ogum e S. Sebastião é Oxosse. São muito acentuados, como se vai percebendo, os traços de união entre os dois cultos, católico e o umbandista. Querem ver mais? “Orixá”, ou “Oxalá”, identificou-se com o Senhor do Bonfim; na Bahia; Iemanjá é N.S. da Conceição e Inhaçã é Santa Bárbara.
            Que fique bem claro: Espiritismo é Espiritismo; Umbanda é Umbanda
Para evidenciar o que afirmamos acima, fechamos este despretensioso trabalho, com palavras de Allan Kardec inseridas em “O Evangelho Segundo o Espiritismo” (1864): “O Espiritismo é a ciência nova que vem revelar aos homens, por meio de provas irrecusáveis, a existência e a natureza do mundo espiritual e suas relações com o mundo corpóreo. Ele no-lo mostra não mais como coisa sobrenatural, porém, ao contrário, como uma das forças da natureza, como a fonte de uma imensidade de fenômenos até hoje incompreendidos e, por isso, relegados para o domínio do fantástico e do maravilhoso”.

A seita de Reverendo Moon

A seita de Reverendo Moon

A seita
A seita criada por Reverendo Moon, em 1945, é chamada de moonismo. O nome da seita é Igreja da Unificação ou Associação para a Unificação do Cristianismo Mundial (AUCM). Em 1973 foi para os Estados Unidos.

Quem é Reverendo Moon
Ele se chama Sun Myung Moon. Nasceu na Coréia do Sul em 1920. Foi educado na fé presbiteriana da qual foi excluído em 1948. Segundo Moon, Jesus Cristo falhou em sua missão pois morreu na cruz. Moon afirma que, quando tinha 16 anos, o próprio Jesus apareceu-lhe, na Páscoa de 1936,pedindo que ele cumprisse a obra inacabada que deixara. Moon conta que orou, estudou e afirma que conversou diretamente com Jesus Cristo que lhe confidenciou segredos não revelados na Bíblia. Esses segredos deram origem a um livro com assuntos sobre a criação e a salvação mundial. Ainda com a profissão de eletricista, Moon começou a pregar na Coréia. Entrou para a Igreja Pentecostal, em Pyongyang, capital da Coréia do Norte. Continuou pregando suas doutrinas com sucesso. Foi preso pelos comunistas e libertado pelos americanos depois de passar três anos fazendo trabalhos forçados. A causa das prisões, segundo Jornal New York Times, de 16 de setembro de 1974, foi por “perturbar a ordem social”, principalmente pelas “práticas sexuais licenciosas”. Teria sido preso pela segundo vez, na Coréia do Sul, por adultério e bigamia. Uma terceira vez foi preso por praticar “ritos sexuais em sua igreja”.
A AUCM leva as pessoas a adorarem Moon como continuador das obras de Jesus Cristo. Ele insinua ser o messias, sendo chamado de Senhor da Segunda Vinda.

As doutrinas da seita
Sun Myung Moon é Deus e continuador da obra inacabada de Jesus Cristo.
Para o homem e para Deus só existe vitalidade e alegria se lhe é dada uma parceria que ele ame de todo o coração e de quem receba amor.
João Batista alimentava dúvidas a respeito de Jesus Cristo, por isso abandonou-o, seguindo seu próprio caminho.
Deus nunca quis um messias que sofresse e morresse; a prova disso é o sofrimento de Jesus na cruz.
Muitos fatos desconhecidos nos Evangelhos foram revelados por Jesus a Moon.
O silêncio dos Evangelhos a respeito dos trinta anos que Jesus passou em Nazaré se deve à grande angústia e dor que viveu no seio da família.
Se Jesus tivesse casado, teria dado início a uma nova humanidade.
Jesus mesmo é mero homem. Não é Deus, pois Deus não pode ser limitado pelo corpo de um homem.
Jesus não voltará porque fracassou.
Para o Moonismo só existem dois tipos de homens: os comunistas e os cristãos.
Seus escritos são superiores à Bíblia em muitos aspectos e, quando não o são, complementam a revelação bíblica.
Cultivam o temor nos fiéis se porventura vierem a desgostar de Moon, seu Deus.
Os pais verdadeiros dos fiéis são considerados “pais satânicos”.
Provocam a conversão dos fiéis por meio da dependência de drogas que servem nas refeições e no chá.
São extremamente proselitistas, praticando isso à porta das igrejas, universidades e em outros lugares onde podem encontrar jovens.
Apresentam-se como cristãos, quando não o são.
Moon é o terceiro Adão.
Praticam a glossolalia (dom de línguas).
Em uma interpretação falsa da Bíblia Moon afirma que Deus queria que a união de Adão e Eva produzisse uma família perfeita para governar o reino de Deus a terra. Mas Eva, seduzida pela arcanjo Lúcifer, transformado em satã por causa da inveja que tinha de Adão, fornicou com ele e depois corrompeu Adão. Quis Deus que seu filho Jesus Cristo encontrasse uma mulher perfeita para gerar a nova humanidade e estabelecesse um reino visível para Deus. Houve novo fracasso com a crucificação de Jesus. O mundo espera então um novo Messias, o senhor da segunda vinda, que será o pai de uma família perfeita e inaugurará o reino terrestre visível. De acordo com predições das Escrituras, o Messias deveria nascer numa nação do Oriente, a Coréia. Para confirmar suas revelações e interpretações, em 1960, Moon descobriu a Nova Era, uma então estudante de 18 anos, chamada Han-hak-já, com quem se casou; este casamento é considerado como “as núpcias do Cordeiro” e Han é chamada de “Mãe do Universo” ou “A Verdadeira Mãe”. O casal é tido na igreja como “os verdadeiros pais” e seus filhos são “os filhos sem pecado”. Os fiéis da seita são “os membros da grande família”.

Obras escritas por Moon
Cristianismo em Crise; nova esperança
O Divino Princípio
Fonte: Resistindo a Tempestade das Seitas, Tácito da Gama Leite Filho, Goiânia, 2002, página 281.


As doutrinas da seita à luz da Bíblia

Doutrinas de Moon - “Eu sou o vosso cérebro.”
Doutrinas da Bíblia: “Eu sou o Senhor teu Deus” (Êx. 20.2).

Doutrinas de Moon: “O que eu desejar deve ser o que vós haveis de desejar.”
Doutrinas da Bíblia: “...o filho do homem... não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mt. 20.28).

Doutrinas de Moon: “Minha missão é dar novo coração a novas pessoas”.
Doutrinas da Bíblia: “Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o pedido” (Lc. 19.10).

Doutrinas de Moon: “De todo os santos enviados à terra por Deus, creio ter sido eu o que até hoje obteve maiores sucessos”.
Doutrinas da Bíblia: “Porque não ousamos classificar-nos ou comparar-nos com alguns que se louvam a si mesmo; eles medindo-se consigo mesmos, e comparando-se consigo mesmos, revelam insensatez” (2 Co. 10.12).

Doutrinas de Moon: “Tempo virá em que minhas palavras terão quase o mesmo valor que as leis. E tudo aquilo que eu pedir terá de ser feito”.
Doutrinas da Bíblia: “Humilhai-vos, portanto, sob a potente mão de Deus, para que ele em tempo oportuno, vos exalte” (1 Pe 5.6).

Doutrinas de Moon: “O mundo está em minhas mãos. E eu conquistarei e subjugarei todo o mundo”.
Doutrinas da Bíblia: “Ao Senhor pertence a terra, e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam” (Sl. 24.1).

Doutrinas de Moon: “Estou pondo as coisas em ordem, para que possamos cumprir os desejos de Deus. Todos os obstáculos que nos venha a ser opostos devem ser aniquilados”.
Doutrinas da Bíblia: “Eis que eu vos envio como cordeiros para o meio dos lobos” (Lc. 10.3; cf Is. 42.1-3).

Doutrinas de Moon: “Nossa estratégia é nos unirmos como se fôssemos uma só pessoa. Só assim poderemos vencer o mundo inteiro”.
Doutrinas da Bíblia: “Porque tudo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé. Quem é que vence o mundo senão aquele que crê ser Jesus o Filho de Deus?” (1 Jo. 5.4-5).

A NOVA ERA

A NOVA ERA
 
A religião oficial do novo governo mundial será, a Nova Era. No que consiste este movimento, que alguém qualificou de "AIDS espiritual" do nosso tempo, e suas idéias básicas, você verá a seguir. Embora a Nova Era se apresente como uma religião, na verdade não passa de um caldo religioso, formado por idéias tomadas de muitas religiões. Segundo Randal Baer, ex-chefe do movimeto, "a Nova Era é essencialmente o renascimento massivo, controlado por Satanás, de filosofias e práticas não cristãs.
 
A pedra angular do que poderíamos denominar como seu 'humanismo espiritual' é a crença na natureza divina do homem, que, por conseguinte, é Deus, um Deus-homem iluminado... O homem transforma-se assim na sua própria deidade".
 
A Nova Era tem um credo fundamental que diz: 'crie sua própria realidade, de acordo com o que o faz sentir-se bem. Por exemplo, se alguém escolhe ser homossexual, bissexual, monógamo, polígamo ou qualquer outra coisa, pode fazê-lo, desde que 'seja bom para mim' e desde que 'seja feito com amor e não prejudique a ninguém'".
 
Ainda segundo Baer, existem duas escolas principais de pensamento da Nova Era: a do Renascimento do Conhecimento e a do Salto Quântico do Conhecimento. A primeira considera que hoje "a humanidade está entrando num despertar espiritual e sócio-político, num super-renascimento que conduzirá o homem a uma nova era de esclarecimento humanista espiritual". Segundo essa escola, o homem não precisa de ajuda divina para fazer o Céu se manifestar na Terra.
 
É suficiente "despertar em si o deus humano potencial e ilimitado. Quando, pelas práticas da Nova Era, os homens alcançarem níveis mais elevados de 'conhecimento divino', o Céu amanhecerá sobre a Terra. A Segunda escola - a do Salto Quântico do Conhecimento - nos diz que estamos à beira de um mundo novo.
 
Num abrir e fechar de olhos, o conhecimento coletivo da humanidade dará um salto quântico para os céus. Isto acontecerá quando um determinado número de pessoas for capaz de produzir um impulso suficiente para o mundo inteiro dar este salto coletivo para uma dimensão superior.
 
Esta escola também afirma que, na Nova Era, não será Cristo quem terá autoridade divina, e sim o 'Mestre Mundial' ou o 'Conselho dos Mestres Ascensos". Outra afirmação desta escola é que não será o Jesus visível, em pessoa, que voltará, e sim o 'conhecimento de Cristo', que descerá às mentes de todos os habitantes do mundo".
 
 
Estranho Deus
 
Para confundir as pessoas, alguns grupos da Nova Era usam uma linguagem parecida com a dos cristãos, mas o sentido das palavras é outro. Por exemplo, ao dizerem "Deus", não pensam no Deus Criador e Pai da nossa fé, e sim num "deus" que é uma força e uma energia cósmica, a qual se manifesta através do vento, das ondas, das estrelas, de uma águia, mas também de um verme. Com a morte, cada ser se dissolve na força cósmica, como uma gota de água no vasto mar. Um Deus pessoal é simplesmente descartado.
 
Como se vê, o conceito de Deus da Nova Era não é tirado da Bíblia e sim de religiões sumérias, indianas (budismo e hinduísmo), egípcias, babilônicas, persas.
Para eles, escreve Jefrey Steffon, "tudo quanto existe é Deus (panteísmo). O ser humano é parte desse todo divino, portanto, ele é divino. Não há diferença entre Deus, um ser humano, uma cenoura ou uma pedra.
 
Todos são parte de uma realidade contínua, sem fronteiras nem divisões (holismo ou realidade única global). Segundo a Nova Era, as pessoas ignoram sua realidade divina. Para se conscientizarem da sua divindade, elas precisam alterar a própria consciência", através de terapias psicológicas, drogas, dietas, ioga, acupuntura, cristais, magia, espiritismo, feitiçaria, astrologia, bruxaria, piramidologia, angelologia (= anjos cabalísticos), mantras, óvnis extraterrestres, controle mental e, como não?, através de qualquer tipo de promiscuidade sexual... colocando sempre, como pano de fundo, a reencarnação, acompanhada do tantrismo, da mística sufista-árabe e dos antigos ritos ocultistas dos celtas, germanos, tibetanos, egípcios.
 
"Através dessas técnicas de alteração da consciência - explica ainda Sttefon - chega-se à percepção de que o verdadeiro Deus é o eu pessoal da cada um. Tal experiência leva a uma transformação individual, a qual, por sua vez, conduz à evolução planetária e à harmonia global. Quando as pessoas experimentarem sua divindade, o mundo se transformará, e a humanidade entrará na Era de Aquário".
Este é o conceito de "espiritualidade" da Nova Era. Enquanto para nós cristãos, ela consiste na amizade com Deus pela oração e o conhecimento de Cristo, para eles se resume nesses exercícios de concentração, hipnose, etc.
 
 
O que significa o nome "Nova Era"?
 
O nome "Nova Era" esta em evidente relação com o nome "Era Cristã".
A "Era Cristã" é o tempo desde o nascimento de Jesus Cristo em diante. Tornou-se comum entre os homens contar a História dividindo-a entre " antes de Cristo" e "depois de Cristo". "Antes de Cristo" descreve todos os fatos acontecidos no mundo inteiro antes da vinda de Jesus a terra.
 
"Depois de Cristo" descreve todos os fatos acontecidos no mundo depois que Filho de Deus se fez Homem. Com esta forma de contar os anos ficou destacado o fato de que Jesus Cristo é o Senhor do mundo, o Senhor da História. que "Jesus Cristo é sempre o mesmo: ontem, hoje e por toda a eternidade" Hb 15,8.  A "Era Cristã" e considerada, pelos adeptos da "Nova Era" , como "Era de Peixes" (Símbolo do Zodíaco). Por quê? Conforme a astrologia, estudo da situação dos astros e o quanto eles podem influenciar a vida humana na terra; as eras do Zodíaco vão sucedendo; está terminando a Era de Peixes e deve começar, em breve, a Era de Aquário. 
 
Os anos estão agrupados em séculos e os séculos em eras. Cada era tem a duração entre 2.000 anos a 2.150 anos. Segundo os astrólogos, já tivemos a Era de Touro entre 4.304 a 2.154 a.C.; a Era de Carneiro entre 2.154 a.C. ao ano do nascimento de Jesus Cristo; e a Era de Peixes do ano de nascimento de Jesus Cristo até 2.000 d. C.  Segundo alguns, a Era de Aquários já teve inicio em 1962. Como quer que seja, a era de Peixes e identificada com a era Cristã , visto que o peixe era, para os cristãos antigos, o símbolo de Jesus Cristo e dos cristãos, antes que o símbolo dos cristãos fosse a cruz. 
 
A era de Aquário vem "sepultar" a era Cristã. Esta "nova era", portanto, realizará o que o seu nome indica: "derramamento de água" sobre o mundo para simbolizar a vinda de novo espírito ou nova mentalidade. Este espírito provocará nos homens uma "expansão de consciência", com a ajuda de psicotécnicas, ioga, meditação... E, esta iluminação das mentes possibilitará "uma vida sem dificuldades nem problemas"... É a era do homem sem Deus, que se coloca no lugar de Jesus Cristo; a era do homem com poder anti-divino para construir uma nova ordem mundial no domínio do mundo inteiro.
 
 
Objetivos do movimento
 
- Eliminar as religiões, especialmente a religião cristã, e criar uma única "super - religião" ;
- Eliminar a família tradicional, como instituição ligada rnais estreitamente ao cristianismo;
- Criar uma nova ordem política, eliminando as fronteiras;
- Implantar uma única economia e um único sistema monetário;
- Implantar um único Governo Mundial.
 
 
A Suave conspiração
 
Maryn Ferguson uma das representantes da Nova Era nos Estados Unidos, escreveu no livro intitulado "A Suave Conspiração", que está para acontecer uma transformação inevitável, no mundo. São suas as palavras: "Primeiro realiza-se uma transformação particular. Depois estas pessoas transformadas vão transformando outros. Assim acontecerá a transformação desta sociedade árida."
Segundo Maryn Ferguson o processo da transformação das pessoas acontece em quatro passos:
 
O primeiro passo é a SUBIDA: O primeiro impulso é dado através de uma conferência nos grupos de introdução no movimento. Por exemplo: Há os grupos de Experiência de autocrítica", grupos de Meditação, grupos da Pró-Vida, grupos de treinamento sensitivo, grupos de Auto-análise, de Relações interpessoais, Seminários de Potencial humano e muitos outros por toda parte.
 
Depois do impulso dado nesses Cursos e encontros a pessoa é introduzida numa experiência intensiva. Ela aprende a deixar, a renunciar todo o pensar tradicional. Começa então a Psicotécnica e a meditação principalmente pelo "Zem"e a Ÿoga". São feitos exercícios respiratórios de relax e dança, especialmente a bio-dança. Este é o momento da penetração mais profunda nas idéias do movimento.
 
O segundo passo é o ESTUDO DA FONTE: A pessoa chegou à fonte, agora precisa ampliar seus conhecimentos através do ESTUDO DA "FONTE ESPIRITUAL". Neste estudo ela será sempre auxiliada por um "mestre experiente".
 
O terceiro passo acontece a INTEGRAÇÃO TOTAL: É uma espécie de "noviciado". A pessoa é levada a um templo de silêncio e recolhimento para assimilar as idéias.
O quarto passo é chamado "DEGRAU DA CONSPIRAÇÃO": Neste quarto passo a pessoa chega à "NOVA CONSCIÊNCIA’ da necessidade da ação para a transformação mundial da sociedade. Neste passo a pessoa está pronta a dar tudo pela "Nova Era".
 
Ouve-se por toda a parte a propaganda da CURA PELA MEDITAÇÃO. Nestas sessões de cura as pessoas são levadas à meditação, à concentração profunda repetindo por algum tempo um "mantra". Isto é, repete-se ou canta-se sempre a mesma frase, as mesmas palavras. Geralmente levam vinte minutos repetindo um mantra, fazendo ao mesmo tempo exercícios respiratórios. São obrigados a fazer isto todas as noites e todas as manhãs.
 
Na Alemanha foi feita uma experiência pública no dia da "Cura Mundial", em 31 de dezembro de 1986. A pessoa que dirigia a meditação falava em voz alta e todos repetiam: "Eu sou o criador com Deus... O novo céu está chegando, porque a vontade de Deus é expressa através de mim... Eu sou o Cristo de Deus... Deus é tudo... e tudo é deus... Deus é a essência pura do meu ser... Eu sou a luz... a luz do mundo... Eu sou a luz do mundo... Deus está em mim... Eu sou Deus..."
 
 
Como deve ser a Nova Religião?
 
A Nova Era apresenta um novo sistema religioso como mistura dos elementos comuns das religiões e filosofias de todo o mundo antigo e atual: religiões da Pérsia, Grécia, Índia, Roma antiga; Budismo(1), Bramanismo(2), Hinduísmo(3), Confucionismo(4), Xamanismo(5), Espiritismo(6), Islamismo(7), Taoísmo(8), Judaísmo(9), Cristianismo(10) e outras. Afirma que todas elas estão esperando por um "líder", por exemplo, os cristãos aguardam Cristo, os muçulmanos aguardam a reencarnação de Buda, etc. Segundo afirma a Nova Era, todos esses "lideres" esperados representam uma única e mesma pessoa, a quem eles chamam de Maitreya (um novo " messias").
 
1 - Budismo: Sistema ético, religioso e filosófico fundado por Siddharta Gautama, o Buda (Ásia Central, 563-483 a. C.), difundido por todo o leste asiático, e que consiste fundamentalmente no ensinamento de como, pela conquista do mais alto conhecimento, se escapa da roda dos nascimentos e se chega ao nirvana. Por volta do séc. III separaram-se dois ramos diferentes: o budismo hinaiana e o budismo maiana; o Hinaiana: Ramo ortodoxo do budismo, também chamado pequeno veículo, e que se espalhou pelo sul da Ásia; o Maaiana: Ramo do budismo, também chamado grande veículo, difundido principalmente por todo o norte da Ásia, e que se opõe ao budismo primitivo por considerar que, muito embora a aspiração final deva ser o nirvana, deva este, por compaixão, ser adiado, a fim de que o sábio possa dedicar-se a ensinar aos outros o caminho da salvação. Budismo zen.
 
2 - Bramanismo: Organização religiosa política e social dos brâmanes, votada à utilização litúrgica do Veda, que é um conjunto de textos sagrados - hinos laudatórios, formas sacrificiais, encantações, receitas mágicas - que constituem o fundamento da tradição religiosa (do bramanismo e do hinduísmo) e filosófica da Índia.
 
3 - hinduísmo: Religião atual da maioria dos povos indianos, resultante de uma evolução secular do vedismo e do bramanismo, que se transformaram pela especulação filosófica e pela integração de cultos locais. Constitui o hinduísmo ampla manifestação cultural, expressando-se por uma riquíssima literatura de sentido poético-religioso, na qual se cristalizaram numerosos preceitos relativos à vida cotidiana e à organização social, e se desenvolveram, através dos séculos, vários sistemas teológico-filosóficos.
 
4 - Confucionismo: Doutrina ética e política de Confúcio (Kung Fu-tze), filósofo chinês (551-479 a. C.), e de seus seguidores, a qual por mais de dois mil anos constituiu o sistema filosófico dominante da China. Caracteriza-se por situar o homem e a experiência social e política da humanidade no centro da investigação, daí resultando a definição das relações humanas individuais em função das instituições sociais, principalmente da família e do estado.
 
5 - Xamanismo: Religião de certos povos do Norte da Ásia, baseada na crença de que os espíritos maus ou bons são dirigidos pelos xamãs; também é a religião de certas tribos indígenas norte-americanas e a dos esquimós, de crença semelhante à do Xamanismo.
 
6 - Espiritismo: Doutrina baseada na crença da sobrevivência da alma e da existência de comunicações, por meio da mediunidade, entre vivos e mortos, entre os espíritos encarnados e os desencarnados.
 
7 - Islamismo: Religião fundada por Maomé (570-652) seus seguidores são chamados de muçulmanos.
 
8 - Taoísmo: Ensinamento filosófico-religioso desenvolvido sobretudo por Lao-tse (séc. VI a.C.) e Tchuang-tseu (séc. IV a.C.), filósofos chineses, cuja noção fundamental é o Tao - o Caminho - que nomeia o grande princípio de ordem universal, sintetizador e harmonizador do Yin e do Yang, e ao qual se tem acesso por meio da meditação e da prática de exercícios físicos e respiratórios.
 
9 - Judaísmo: Ambiente social, cultural, político e religioso do povo hebreu, formado a partir da volta do exílio babilônico (538 a.C.), e no qual se formou o cristianismo. Judaísmo alexandrino: Tipo de judaísmo profundamente influenciado pelo pensamento grego.
 
10 - Cristianismo: O conjunto das religiões cristãs, baseadas nos ensinamentos, na pessoa e na vida de Jesus Cristo: o catolicismo, o protestantismo, e religiões ortodoxas orientais. Protestantes: Diz-se de partidários da Reforma que protestaram contra a decisão da Dieta de Espira (1529). Diz-se de membros de seitas não católicas da religião cristã, com exceção dos ortodoxos. Estes últimos são: Pertencente à Igreja Católica Apostólica Ortodoxa, também chamada Igreja Ortodoxa e Igreja do Oriente, que resultou do cisma da Igreja Católica Apostólica Romana ocorrido em 1054.
 
 
Religiões, Seitas, Doutrinas e Filosofias a serviço da "Nova Era"
 
Astrologia: Pseudo-ciência de predição do futuro pela observação dos astros(horóscopo). Estudo e/ou conhecimento da influência dos astros, especialmente de signos, no destino e no comportamento dos homens.
Cosmogonia: Teoria adotada pelas religiões para explicar a origem evolução dos corpos celestes e do universo. As diversas cosmogonias atribuem as origens cósmicas a um ou mais de um ser transcendental, que exerce também o papel de energia primeira.
 
Esoterismo: Doutrina ou atitude de espírito que preconiza que o ensinamento da verdade, através de símbolos, alegorias e meditação (científica, filosófica ou religiosa) deve reservar-se a número restrito de iniciados (interno), escolhidos por sua inteligência ou valor moral.
 
Exoterismo: Diz-se de ensinamento que, em escolas da Antigüidade grega, era transmitido ao público (externo) sem restrição, dado o interesse generalizado que suscitava e a forma acessível em que podia ser exposto, por se tratar de ensinamento dialético, provável, verossímil. Doutrina oposta ao Esoterismo que só se revela aos iniciados secretamente.
 
Ecologia: Ramo das ciências humanas, e parte da biologia, que estuda a estrutura e o desenvolvimento das comunidades humanas em suas relações e recíprocas influências com o meio ambiente, e sua conseqüente adaptação a ele. Assim como, novos aspectos que os processos tecnológicos ou os sistemas de organização social possam acarretar para as condições de vida do homem.
 
Gnosticismo: Ecletismo filosófico-religioso cujos adeptos acham que possuem conhecimentos da natureza e dos atributos de Deus. Surgido nos primeiros séculos da nossa era e diversificado em numerosas seitas, e que visava a conciliar todas as religiões e a explicar-lhes o sentido mais profundo por meio da gnose que significa o saber por excelência. Conhecimento esotérico e perfeito da divindade, e que se transmite por tradição e mediante ritos de iniciação. (São dogmas do gnosticismo: a emanação, a queda, a redenção e a mediação, exercida por inúmeras potências celestes, entre a divindade e os homens. Relaciona-se o gnosticismo com a cabala, o neoplatonismo e as religiões orientais).
 
Monismo: Concepção dinâmica da unidade de todas as forças da natureza. Nega a dualidade do espírito e da matéria. É uma doutrina filosófica segundo a qual o conjunto das coisas pode ser reduzido à unidade, quer do ponto de vista da sua substância (e o monismo poderá ser um materialismo ou um espiritualismo), quer do ponto de vista das leis (lógicas ou físicas) pelas quais o Universo se ordena (e o monismo será lógico ou físico).
 
Panteísmo: Sistema filosófico que identifica a divindade com o mundo. Deus é o conjunto de tudo o que existe, tudo é Deus. É uma doutrina segundo a qual só Deus é real e o mundo é um conjunto de manifestações ou emanações; ou também, doutrina segundo a qual só o mundo é real, sendo Deus a soma de tudo quanto existe.
 
Pirâmide: Lugar de encontro entre dois mundos. Estão ligados aos ritos mágicos funerários do Egito. Os alquimistas descobriram nelas a solução do problema da quadratura do círculo, porque ela simboliza a dialética entre a terra e o céu.
Psicodelismo: Tudo que é evidente, exagerado. Diz-se de decoração, roupas, objetos, etc., de cores muito vivas, e totalmente fora dos padrões costumeiros. Diz-se daquilo ou daquele que se distingue do meio tradicional, ou pela decoração, ou pela atitude, ou pela maquilagem, ou pela roupa, etc. Diz-se das drogas que provocam alucinações. Diz-se das alucinações ou visões, em geral coloridas e fragmentadas, que essas drogas provocam.
 
Rosa-Cruz: O sétimo e último grau ou quarta ordem do rito maçônico francês, e que tem por símbolos principais o pelicano, a cruz e a rosa. Seita de iluminados na Alemanha do séc. XVII. Maçom que atingiu o grau de rosa-cruz.
Seicho-No-Iê: Seita de origem japonesa, fundada em 1930. Seus adeptos afirmam que não há verdadeira realidade. Tudo é aparência. Tudo flui e depende da mente. O mal também é ilusão, produto exclusivo da mente humana. Prega o amor como chave, a liberdade como a porta para o mundo prometido da felicidade.
Tarô: Coleção de cartas, em maior número e maiores que as do baralho de jogos, de desenho diverso, usadas sobretudo por cartomantes, com objetivo de adivinhação e magia.
 
Teosofia: Ciência da comunicação com Deus. Conhecimento de Deus. Ciências das coisas divinas. Conjunto de doutrinas, ou sistema religioso-filosóficas, que têm por objeto a união do homem com a divindade, mediante a elevação progressiva do espírito, pelo domínio da matéria e da ordem natural; e, através do conhecimento, o homem recebe uma iluminação que o leva a conhecer a divindade. O termo também é baseado num conhecimento interiormente revelado e místico de Deus e das leis do universo.
 
A teosofia é a fonte principal da doutrina do movimento Nova Era. Afirmam que, o homem tende a voltar à ordem divina de onde saiu. É a doutrina fundamental da teosofia iniciada por Helena Petrovna Blavatsky, mística norte-americana (1831-1891), ligada ao budismo e ao lamaísmo: Religião dominante do Tibete, originada no séc. VII, do Budismo maaiana, associado aos cultos mágicos locais e ao tantrismo, e cujo chefe supremo é o Dalai-Lama. Tramismo é a religião sincrética, derivada do hinduísmo, do budismo e de cultos populares. Se cristalizou por volta do séc. XV, caracterizada pela magia e ocultismo, associado a complexo simbolismo, à iconolatria e à prática iogue.
 
Xamanismo: Sistema de magia. Crença de certos povos do norte da Ásia, de que os espíritos maus ou bons são dirigidos pelos Xamãs(feiticeiros). É também, a religião de certas tribos indígenas norte-americanas e a dos esquimós, de crença semelhante à do xamanismo.
 
Zen: Doutrina budista que ensina a praticar "zasen", isto é, a meditação que forma um estilo de vida e eleva à introspeção intelectual para contemplar a razão de ser da existência. Forma de budismo que se difundiu sobretudo no Japão, a partir do séc. VI, e se vem difundindo no Ocidente, caracterizada por valorizar a contemplação intuitiva (em oposição à meditação racional abstrata) suscitada pelo amor à natureza e à vida, o qual se exercita pela prática de toda espécie de trabalhos manuais e leva ao desenvolvimento da personalidade mediante o conhecimento próprio; budismo zen ou zen-budismo.
 
 
Como iniciou o Movimento "Nova Era"?
 
A própria origem do movimento explica bem o seu caráter... A origem da "Nova Era" (New Age, em inglês), esta ligada ao nome de Helena Petrovna Blavatsky, nascida na Rússia em 1851, naturalizada norte-americana em 1874 e falecida em1891. Nas suas viagens conheceu as doutrinas místicas do Oriente. Era médium espírita, e por dez anos esteve sob o domínio de um espírito demoníaco que ela denomina de "mestre cósmico" ou "espirito cósmico.
 
" Helena P. Blavatsky, é considerada a fundadora do movimento, mas, segundo ela, o plano da criação do movimento não partiu dela, e sim, foi-lhe entregue mediante contato com os "mestres cósmicos", ou seja, durante uma sessão espirita, ela foi "encarnada" por um espirito (da parte do Satanás) . Após 21 dias de êxtase, trancada dentro de um salão espirita, ela recebeu todas as diretrizes do plano que mais tarde iria se chamado de " Movimento da Nova Era."
 
Em conseqüência, no ano de 1875, na cidade de Nova Iorque, foi fundada a Sociedade Teosófica, dentro da qual cultivou-se o Movimento da Nova Era, o qual deveria ser guardado em segredo durante cem anos, segundo os "espíritos cósmicos".  O Teosofismo apresentado por Helena é uma doutrina secreta. Porém, partiu dele a afirmação da existência de poderes divinos latentes no homem; dizem que o homem é um ser divino porque é essencialmente alma. Afirmam também, que é possível reinterpretar o cristianismo mediante uma chave espiritual que foi perdida pelas igrejas Cristãs, mas encontrada por ele.
 
Dizem que o próprio Jesus teria sido esotérico, teria aprendido com os essênicos e transmitido os ensinamentos a seus discípulos prediletos. A sucessora de Helena, após sua morte, foi Annie Béssant, fomentou a expectativa da vinda de um novo messias. Para isto, ela preparou um jovem hindu, dando-lhe formação em todos os sentidos. Quando porém, estava para apresentá-lo ao mundo como "Messias", o pai do jovem denunciou publicamente a farsa. Enquanto isso, o jovem encantado com os prazeres da vida nova-iorquina resolve desistir e abandonar seu falso papel.
 
A terceira presidente da Sociedade Teosófica foi a inglesa Alice Bailey (× 1880 a † 1949) que tendo imigrado para os Estados Unidos ficou sendo reconhecida como suma-sacerdotiza da Nova Era. Ela recebia mensagens de um "Mestre da sabedoria" que havia vivido no Tibete. Estas mensagens psicografadas foram publicadas em numerosos livros como doutrina secreta do "Plano". Visando a "Nova Ordem Mundial" estas transformações iniciaram pelas relações entre a natureza (ecologia) e a sociedade, entre a economia e a ciência. Tudo deve transformar-se para uma grande "unidade plena", total. "Deus e o mundo, o espírito e a matéria, o homem e a natureza, o corpo e alma, o eu o tu, tudo deverá tornar-se uma grande unidade animada de espírito."
 
 
A Nova Era como religião
 
Como o anúncio do Plano da Nova Ordem Mundial, também deveria ser apresentado o "Cristo da Nova Era" que vai fundar ou já fundou a nova religião mundial. Na Alemanha ele foi anunciado em 1982. Revistas e jornais trouxeram páginas inteiras dizendo: "Cristo agora está entre nós. Ele não vem para nos julgar, mas para ajudar a humanidade e inspirá-la. Ele é Maitreya, o "educador" da nova geração humana".
 
Vive num lugar desconhecido; somente alguns dos discípulos mais próximos sabem onde ele se encontra. Seu precursor é o escocês chamado Benjamim Creme. O centro de planejamento quando o movimento ainda estava oculto em Nova Iorque, era o "Lucis Trust"(Editora Lúcifer), hoje o movimento conta com uma rede de editoras no pais. Dentro do seu plano de pseudo religião, a Nova Era possui leis, mandamentos, "escrituras sagradas", orações, etc...
 
Possui também sacerdotes e profetas com forças "sobrenaturais" e até mesmo um novo messias, capazes de realizar grandes sinais e operar maravilhas. Ensinam que o homem é deus e criou Deus conforme sua própria imagem. Portanto, o Deus que os cristãos adoram seria criação do próprio homem. Por isso, consideram o homem como parte da divindade, da consciência cósmica e da "força".
 
Cada pessoa precisa apenas descobrir e desenvolver a sua divindade. Para isso há numerosos cursos especiais, como por exemplo: "Pró-Vida", Integração Cósmica" e outros. Tudo isso nos diz, em última análise, que para os adeptos da Nova Era o caminho de vida dos homens e mulheres nada mais é que a divinização do ser. Afirmam também que todo homem pode ser absorvido completamente pelo espírito do deus da "força" ou do "poder".
 
Isto porque Deus não é pessoa, mas uma energia, consciência cósmica universal. Cada pessoa é um universo, conhece tudo. Acreditam que esta força neutra considera como Deus, possa ser manipulada para o bem ou para o mal. E, por isso, há grande interesse em aprender as práticas pelas quais poderão realizar tal manipulação. E, isto aprendem, dizem eles, através do pensamento positivo, exercitando-se meditação transcendental, ioga, etc...
 
Assim pretendem responder ao vazio deixado pelo materialismo.

Famílias cristãs podem ser expulsas de Lao

Elas foram ameaçadas, tiveram bens confiscados, presos e um homem morreu
Famílias cristãs podem ser expulsas de Lao Funcionários na Vila Katin, em Laos, sudeste da Ásia que faz fronteira com a Birmânia, ordenaram que seis famílias cristãs renunciem sua fé ou serão expulsos em janeiro, informou o grupo Human Rights Watch para Liberdade Religiosa de Lao (HRWLRF).

O chefe da aldeia Katin e oficial de assuntos religiosos, junto com forças de segurança locais, abordaram as seis famílias e as ameaçaram depois expulsar 11 famílias cristãs no inicio do ano, totalizando 48 pessoas.

Desde a expulsão em janeiro, as famílias vivem sob ameaça, confisco de gado e outros bens, a detenção de 80 homens, mulheres e crianças em uma escola e à morte por asfixia de um camponês cristão.

Imediatamente após a expulsão, mais duas famílias na aldeia de Katin se tornaram cristãos, apesar do risco evidente para a sua segurança. O chefe da aldeia permitiu que eles ficassem em Katin, mas alertou os moradores que suas casas seria derrubadas se eles fizeram contato com os cristãos expulsos.

Nos meses seguintes, os moradores expulsos sofram com a falta adequada de abrigo, comida e água, levando a infecções nos olhos e pele, diarréia, desidratação e até a morte de um morador. As autoridades de Katin também negaram o acesso de crianças cristãs a escola.

No início de maio, representantes do distrito deram a permissão para que cristãos voltassem  a aldeia para levar arroz as família para evitar a fome. Algumas famílias tentaram cultivar seus campos de arroz para não perdê-los completamente, mas o trabalho era extremamente difícil, pois as autoridades tinham confiscado os seus búfalos, essencial para a agricultura em Laos.

Em julho, os funcionários da sede provincial Saravan e Ta-oyl do escritório de assuntos religiosos reuniram-se com as famílias despejadas em seus abrigos na floresta e os encorajou a voltar à Katin.

Os cristãos decidiram voltar, mas com cinco condições: que seja criada uma “zona cristã” dentro da aldeia para evitar conflitos com os não-crentes; que cessem todas as formas de perseguição; que seus filhos voltem à escola; que seja concedido o direito de enterro no cemitério e que recebam uma compensação pelas casas destruídas durante a expulsão.

Laos é um país comunista, com 1,5% da população cristã, 67% budista e o restante não tem religião definida. Os artigos 6  e 30 da Constituição do Laos garante o direito dos cristãos e outras minorias religiosas a praticar a religião de sua escolha, sem discriminação ou penalidade.

Regime expulsa cristãos da Eritréia

Regime expulsa cristãos da Eritréia

Cerca de 3 mil cristãos foram presos pelas autoridades por se recusar a renunciar à fé
Regime expulsa cristãos da Eritréia O ministério Release International afirma que os cristãos na Eritréia podem enfrentar perseguição recorte neste natal. A informação veio logo após receberem relatos de que o regime planeja expulsar os “cristãos ilegais” do país.

Grupos cristãos enfrentam intensa perseguição na Eritréia nos últimos anos, mas o assédio deve piorar nos próximos meses.

Selam Kidane, diretora da Release Eritréia, estima que pelo menos 3 mil cristãos foram presos pelas autoridades do país para se recusar a obedecer às ordens da junta militar a renunciar à sua fé. "A Eritreia declarou que haverá uma expulsão dos cristãos no natal", disse ela à conferência de lançamento em Londres.

 “Autoridades tomam atitude indulgente com os católicos, luteranos e ortodoxos, mas fecharam outras igrejas, prendem e torturam seus líderes e chegam ao extremo de colocar alguns membros em contêineres”.

Kidane disse que a tortura era "abundante" na Eritréia. Ela descreveu um método cruel de tortura utilizados contra os cristãos, chamado de "helicóptero", na qual as pernas e os braços são amarrados atrás do prisioneiro, antes de serem pendurados do teto. "O que acontece na Eritreia é semelhante ao que está acontecendo na Coreia do Norte", disse ela.

Ela advertiu, no entanto, que os refugiados da Eritréia não estavam recebendo uma calorosa recepção de países como a Itália e a Grã-Bretanha, pelo contrário, são maltratados.

Ela apelou aos britânicos para mostrar compaixão para com os refugiados da Eritréia. "Tendo fugido da perseguição e de ter atravessado o Saara, eles não estão seguros no Reino Unido também. Alguns se suicidaram por causa da dureza do tratamento que receberam aqui", disse ela.

Cristã é condenada à morte no Paquistão

Cristã é condenada à morte no Paquistão

Primeira vez no País que uma mulher recebe sentença de enforcamento por blasfêmia
Cristã é condenada à morte no Paquistão Um tribunal paquistanês condenou à morte uma mulher cristã, mãe de cinco filhos, por blasfêmia, provocando a revolta de grupos de defesa dos direitos humanos nesta quinta-feira (11).

Asia Bibi, de 45 anos, recebeu sua sentença na segunda-feira (8) em uma corte do distrito de Nankana, na província central de Punjab, a 75 quilômetros de Punjab.

O Paquistão jamais executou um réu por blasfêmia, mas o caso joga luz sobre a polêmica lei islâmica do país, que incentivaria a ação de extremistas.

O processo de Asia começou em junho de 2009, quando ela foi buscar água enquanto trabalhava no campo. Um grupo de camponesas muçulmanas, no entanto, protestou, afirmando que uma mulher não-muçulmana não deveria tocar o jarro d'água do qual elas também beberiam.

Dias depois, o grupo de muçulmanas procurou um clérigo local e denunciou Asia, indicando que ela teria feito “comentários depreciativos” sobre o profeta Maomé. O sacerdote, por sua vez, procurou a polícia local, e uma investigação foi aberta.

Asia foi presa no vilarejo de Ittanwalai e indiciada sob a seção 295 C do Código Penal paquistanês, que inclui a pena de morte.

O juiz Navid Iqbal, que a condenou à morte por enforcamento, "excluiu completamente" qualquer hipótese de que a ré tivesse sido falsamente acusada, afirmando que não há "circunstâncias atenuantes" no caso, de acordo com o texto do veredicto.

O marido de Asia, Ashiq Masih, de 51 anos, disse à agência de notícias France Presse (AFP) que pretende apelar da condenação de sua mulher, que ainda precisa ser ratificada pela corte de Lahore, a mais alta de Punjab, antes de ser executada.

"O caso é infundado e nós entraremos com um recurso", declarou. O casal tem três filhas e dois filhos.

Segundo ativistas dos direitos humanos e defensores das minorias, é a primeira vez que uma mulher é sentenciada à morte por enforcamento no Paquistão por blasfêmia. Um casal foi condenado à prisão perpétua no ano passado pela mesma acusação.

"A lei da blasfêmia é completamente obscena e precisa ser derrubada em sua totalidade", disse Ali Dayan Hasan, porta-voz da organização Human Rights Watch.

Apenas cerca de 3% da população paquistanesa, que chega a 167 milhões de pessoas, é composta por não-muçulmanos.